quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mulheres Virtuosas


Olá amigas,

Quero repartir com vocês uma palavra que Deus me deu. Muitas já conhecem este texto, mas vamos ser sinceras, poucas de nós leva como exemplo ou tenta sinceramente ser igual a esta mulher citada em Provérbios 31.10-31. Essa mulher é muito especial, não é mesmo? Continuamente somos desafiadas a sermos como essa mulher foi. Mas o que chama atenção é que não temos a identidade desta mulher, a bíblia não diz quem ela era, mas o que fica em evidencia é o caráter dessa mulher! Rara mulher, diga-se de passagem...rss
São tantas características que podemos observar nela, confiável, dedicada ao trabalho, e trabalhava com gosto..., eficiente no cuidado da casa, amorosa, organizada, aliás muito organizada pois era uma mulher com tantas atividades e ainda tinha tempo para atuar em sua comunidade, gerenciava produtivamente os recursos da sua familia, além do mais era de agradável aparência.
O que vemos nessa mulher é o que Deus planejou para nós mulheres, fomos feitas para sermos auxiliadoras do marido, vivendo em comunhão com ele, como parceira espiritual, ajudando-o a obedecer a Palavra de Deus e a desempenhar seu ministério; encorajando, inspirando e oferecendo consolo.
Nós não perdemos o nosso valor quando assumimos o papel de auxiliadoras! Foi para isso que fomos planejadas!
A chave para o sucesso para desempenharmos bem o nosso papel está em Pv 31.30 

"Enganosa é a graça, e vã, a formosura, MAS A MULHER QUE TEME AO SENHOR, ESSA SERÁ LOUVADA." 

Temer e reverenciar a Deus sobre todas as coisas é a chave para assim termos sabedoria para desempenhar bem nossas tarefas e ter bom animo em tudo quanto fizermos. 


Com carinho,
Liziane






sexta-feira, 17 de setembro de 2010

As Mulheres que Vencem vivem aos pés do Senhor!


Nesses dias Deus tem me "incomodado", se essa é a palavra certa para se usar, em relação a inquietação que nós mulheres temos vivido. Temos muitas coisas para fazer o tempo todo, cheias de atividades, trabalho, compromissos e preocupações, porém isso só nos tem levado a um estado de fadiga. O que mais encontramos são mulheres irritadas, estressadas, resmungonas e queixosas.
Queremos realizar nossos sonhos e propósitos, alcançar nossas metas e alvos, no entanto isso só tem nos cansado. Por que?
A grande pergunta é: Como viver realizada, feliz e plena?
A resposta é simples, temos que conhecer o propósito de Deus para nossa vida!
Com isso surge uma nova questão: Como saber o propósito de Deus para nossa vida?
Precisamos de tempo! Não tempo para esperar, ou para fazer nada... Tempo para estar aos pés do Senhor Jesus ouvindo seus ensinamentos, como fez Maria, irmã de Marta (Lc 10.39).
Temos que desacelerar, parar e conversar com Deus, tirar tempo a sós com Ele.
Uma vida ocupada não é necessariamente uma vida agradável a Deus!
Analise suas prioridades! Repense seu tempo! (Ec 3.1-8)
O que é mais importante? Correr atrás de algo que nem você sabe o que é? Ou conhecer o que Deus quer de ti?
Só saberemos como "funcionamos", nosso real propósito, nossa finalidade, só teremos nosso "manual de instruções" quando encontrarmos nosso criador e pararmos para Ele nos dar as instruções.

Por isso amiga, repense seu tempo... recalcule tudo... e tire tempo para Deus! Ore, ore mais, medite mais na Sua Palavra (nosso manual) só assim seremos plenamente realizadas, e somente assim.

Mt 6.33 Diz: "Buscai, pois em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.

Lc 10.42 Diz: "Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada."

Aleluia!!

Em Cristo,
Liziane Bayer da Costa

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A mulher sem nome


É chamada de mulher sem nome a esposa do pastor, porque dizem: “a esposa do pastor isso, a esposa do pastor aquilo”, logo ela parece não ter nome próprio como, por exemplo: Rosana, e a questão não é somente esta, a questão é que as pessoas tendem a pensar que a esposa do pastor não é uma mulher comum, uma mulher normal, como todas as demais, com suas necessidades, fragilidades, carências, fraquezas, debilidades, dor, angústias, e tantas outras coisinhas mais, pensando que ela é ou deveria ser a: Mulher Maravilha, dotada de super poderes, que além de ser uma excelente esposa, mulher, mãe, amiga, conselheira, líder de vários departamentos da igreja local tais como: regente do coral, presidente da união feminina, pianista da igreja, professora das crianças, adolescentes e das moças, e sua família têm que ser e estar sempre impecável, os filhos não podem ser crianças normais porque isso é um horror, é inadmissível aos olhos dos membros. O marido deve também ser e estar impecável sempre, de modo que no caminho até a igreja não pode acontecer nenhum imprevisto ou a esposa levará a culpa. E quanto a ela mesma deve sempre estar bem vestida com roupas bonitas, da moda e variada, cabelos impecáveis, sempre escovados ou com penteados elegantes, unhas sempre feitas e tudo mais perfeitamente bem combinado. Ela deve ser a “modelo” da igreja em todos os quesitos, quanto a sua espiritualidade, conhecimentos bíblicos, eclesiásticos, secular e tudo mais, deve ser exemplo no amor, na alegria, na paz, na longanimidade, na bondade, na benignidade, na fidelidade, na mansidão e no domínio próprio. Esse relato parece uma situação tempestuosa, conflitante, desconfortável e de constantes, invasão de privacidade para com a esposa do pastor, mas tais enfados não lhes são pesados quando ela ama e esta unida com seu marido no mesmo propósito de servirem ao Senhor juntos em família com amor, prazer, satisfação, dedicação e encaram sua condição como um privilégio dado a ela por Deus, porque ela é uma pessoa muito importante, de grande peso, de grande influência no ministério do seu marido escolhido, capaz e habilitado para toda boa obra em Deus e de Deus. Logo ambos serão ou deverão ser uma família bem sucedida no âmbito espiritual de modo que usem a Palavra do Senhor como sua única regra de fé e de prática. E esta condição deve ser uma escolha não deles, mas sim de Deus e tal situação passa a ser um louvor constante da família e conseqüentemente tudo que a sociedade e os membros querem e esperam desta família serão evidenciados em suas vidas para a glória de Deus. Em meio a isso existem também diversos tipos de mulheres de pastores. Aquelas que são esposas de pastores e aquelas que estão esposas de pastores. Ser a esposa do pastor pode ser uma opção desejada da jovem que ao escolher seu cônjuge pediu ao Senhor um servo dedicado ou até mesmo um pastor. Com o cuidado de que não fosse está escolher por mero e simples estatus, mas porque ela é uma jovem dedicado ao serviço do Senhor e só se vê casada com alguém tão envolvido na obra de Deus quanto ela. E Isso é uma benção. Estar esposa de pastor é como se ela, estivesse obrigada a estar sendo a esposa do pastor, por imposição e não por escolha. A esposa que todos almejam para aquele jovem tão dedicado, que justamente atraiu a sua cônjuge pela sua tão grande dedicação, mas que no entanto ela não esperava. E como resultado, temos tantos vários tipos de esposas de pastores. Desde a aquela mulher que é uma benção para sua família e para todos ao seu redor, até mesmo a também famosa mulher rixosa.

terça-feira, 14 de setembro de 2010


O controle exagerado pode destruir o desenvolvimento de uma pessoa !!

Os pais precisam saber que sua função tem começo e fim. Há um momento em que a responsabilidade pelas escolhas da vida deve cair sobre os ombros dos filhos.

“Minha mãe é como um polvo. Quando consigo cortar um tentáculo, ela me agarra com outro. Não sei quando conseguirei cortar todos. Acho que nunca”. Não haveria problema algum se esta fala fosse de uma criança voluntariosa, que necessitasse da vigilância constante da mãe. Mas, não. O depoimento é de uma jovem de 26 anos, que vou chamar de Estela. Casada, ganhando muito bem e morando em cidade diferente, mesmo assim sentia-se enredada pelo excessivo controle materno. Diariamente, a mãe ligava para saber os detalhes de sua rotina. E, se por algum motivo a filha não atendesse ao telefone, a ligação seguinte era um discurso cheio de criticas e condenação. A moça sentia-se ao mesmo tempo irritada e culpada. Estela queria se livrar daquele controle, mas cada vez que sua mãe percebia que ela queria se desvencilhar, disparava um sermão repetitivo de que “os filhos precisam honrar os pais” e sobre união familiar. E concluía: “Mãe é mãe.”

Claro, o controle exagerado não é só por parte das mães, ou das mulheres. Pode ocorrer com todas as pessoas. Mas é sempre um mal que pode destruir o desenvolvimento de uma criança, de um adolescente ou a liberdade de escolha de qualquer indivíduo. Muitos pais continuam, por toda a vida, controladores de seus filhos, exercendo uma proteção desnecessária sobre eles, simplesmente porque não conseguem viver a própria vida. Dedicaram-se tanto ao papel de pai e mãe que, no momento em que os filhos crescem, não sabem mais o que fazer e continuam querendo tratá-los como se eles permanecessem crianças. É como se tivessem nascido apenas para serem pais. Outros agem assim porque temem que seus filhos façam alguma coisa que venha arranhar a imagem e a reputação dos pais. Muitos acreditam que amam muito os filhos, quando na verdade exercem um controle através da superproteção. E alguns pais, às vezes, até sem perceber, cometem um grande engano – exercem um papel tirânico na vida dos filhos, em nome de Deus, em nome de uma suposta fé zelosa e fervorosa.

O controle dos pais, muitas vezes travestido dessa proteção exagerada, pode se tornar numa tirania poderosa em nome de um apego que sufoca a liberdade dos filhos. É tal a força insana que impede a construção e o desenvolvimento da autonomia dos filhos, bloqueando sua capacidade de escolher e assumir as consequências das próprias escolhas. Comportamento desse tipo bloqueia o desabrochar natural da confiança e do potencial único de cada pessoa. E, em casos mais graves, é possível até ocorrer uma cisão na vida, quando a pessoa passar a viver uma existência fantasiosa, e não a realidade que ela mesma poderia ter construído. A respeito disso, razão tem o músico Herbert Viana, da banda Paralamas do Sucesso, em sua canção Saber amar: “Todas as formas de se controlar alguém só trazem um amor vazio”.

Os pais precisam saber que sua função tem começo e fim. A paternidade inicia-se com a gestação, continua com o nascimento do filho e deve ir terminando gradativamente, à medida em que a criança cresce até se tornar um adulto e, portanto, passa a ser responsável por si mesmo. A idade em que tal processo se conclui muda conforme a cultura, a crença e os costumes de cada sociedade. Mas há um momento em que a responsabilidade pelas escolhas da vida deve sair dos pais e cair sobre os ombros dos filhos. O texto de Lucas 2 conta um episódio ocorrido na vida terrena de Jesus, quando ele tinha doze anos. Na cultura judaica da época, era com aquela idade que o rapaz passava a ser considerado como membro da sinagoga. Jesus tinha se desgarrado dos pais quando estes voltavam para Cafarnaum, após uma cerimônia religiosa em Jerusalém. Maria e José já se haviam afastado bastante da Cidade Santa quando deram pela falta do filho na caravana. Aflitos, retornaram a Jerusalém e encontraram o jovem Jesus no templo, discutindo com os doutores da lei. Ao ser inquirido pela mãe, Jesus lhe respondeu que estava apenas cuidando daquilo que lhe cabia na vida.

A Bíblia nos adverte, em Lamentações 3.27, que é bom para a pessoa começar a desenvolver responsabilidades desde pequeno. A execução de pequenas tarefas e a oportunidade de fazer escolhas simples são etapas que fazem parte desse desenvolvimento. Uma criança de três anos pode escolher a cor de sua lancheira e deve ter a incumbência de carregá-la para escola enquanto caminha com o seu responsável. Já se disse que, se um pai carrega a mala escolar para seu filho, vai fazê-lo para o resto da vida. Como pais, devemos ajudar nossos filhos a crescerem. E, estando eles crescidos, devemos ficar disponíveis para uma possível ajuda – mas sempre deixando-os livres para aprender com seus próprios erros e acertos.

ESTHER CARRENHO